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UFC: Pezão x Arlovski
13 de setembro de 2014, em Brasília (DF)

CARD PRINCIPAL
Peso-pesado: Antônio Pezão x Andrei Arlovski
Peso-leve: Gleison Tibau x Piotr Hallmann
Peso-leve: Léo Santos x Efrain Escudero
Peso-meio-médio: Santiago Ponzinibbio x Wendell Negão
Peso-galo: Iuri Marajó x Russell Doane
Peso-galo: Jessica Andrade x Larissa Pacheco
CARD PRELIMINAR
Peso-pena: Godofredo Pepey x Dashon Johnson
Peso-meio-médio: Igor Araújo x George Sullivan
Peso-leve: Francisco Massaranduba x Leandro Buscapé
Peso-meio-médio: Paulo Thiago x Sean Spencer
Peso-galo: Rani Yahya x Johnny Bedford


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Assistir ao vivo UFC online grátis - Ronaldo Jacaré X Mousasi

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UFC: Jacaré x Mousasi
5 de setembro de 2014, em Ledyard (EUA)

 
CARD PRINCIPAL
Peso-médio: Ronaldo Jacaré x Gegard Mousasi
Peso-pesado: Alistair Overeem x Ben Rothwell
Peso-pesado: Matt Mitrione x Derrick Lewis
Peso-leve: Joe Lauzon x Mike Chiesa
Peso-pena: Nik Lentz x Charles do Bronx
Peso-mosca: John Moraga x Justin Scoggins
CARD PRELIMINAR
Peso-leve: Al Iaquinta x Rodrigo Damm
Peso-médio: Rafael Sapo x Chris Camozzi
Peso-galo: Chris Beal x Tateki Matsuda
Peso-pena: Sean Soriano x Chas Skelly 


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Após vitória no UFC, Noad Lahat volta a Israel para servir o exército

Lutador diz que tensão na Faixa de Gaza fez deste o "pior camp de treinos da minha vida" e que "odeia" participar da guerra, "mas tenho que fazer isso"

 As lutas de MMA são frequentemente tratadas, metaforicamente, como "batalhas" e "guerras" nos comentários de lutadores, jornalistas e fãs. O lutador israelense Noad Lahat, todavia, tem uma perspectiva completamente diferente dessa comparação. O peso-pena, que derrotou Steven Siler por decisão unânime na abertura do card preliminar do "UFC: Lawler x Brown", no sábado em San Jose (EUA), já esteve na linha de frente no conflito na Faixa de Gaza, e vai voltar para lá nesta semana. Após sua vitória sobre Siler, Lahat, visivelmente emocionado, confessou que mal conseguiu se concentrar nos treinos para o combate, preocupado com sua família e seus amigos que permaneceram em Israel.
- Nos últimos dois meses, eu não dormi nenhuma noite inteira. Acordava toda hora para ver se eu tinha recebido mensagens, se minha família me ligou, se meus amigos do exército ligaram. Não tive mais de duas horas seguidas de sono. Ia para a academia, ficava cansado, tinha que fazer sparring porque tinha uma luta pelo caminho, mas este foi o pior camp de treinos que já tive, de longe. Foram os piores dois meses que já tive. Eu não conseguia nem me concentrar nisso. Eu acordava toda manhã e falava no computador com minha família, aí notava que estava atrasado para o treino e tinha que correr. A única hora que eu livrava minha cabeça disso era na academia, treinando. Mas, mesmo lá, quando eu ia para a academia, até eu entrar, a única coisa na minha cabeça era minha família, meus amigos e meu país - contou.

O polêmico conflito no Oriente Médio divide opiniões pelo mundo inteiro, e Lahat deixou claro que não gosta de ter de participar. Todavia, como parte do Exército Israelense, foi convocado à batalha, e sente o dever de proteger sua família.
- Preciso voltar para casa porque só o pensamento de que minha avó - ela tem mais de 80 anos de idade e teve 15 segundos para correr e achar um abrigo, minha avó, e eu estou aqui a salvo. Não devia ser assim, eu deveria estar lá ajudando-os. Não é divertido, eu odeio cada segundo disso. Não estou fazendo porque adoro isso, eu odeio ir (para a guerra). Eu odeio usar o uniforme, odeio pegar em armas... Não é divertido ter alguém atirando em você, mas é algo que você tem que fazer. Não dá para te dizer o quanto eu odeio fazer isso, ainda tem que comer aquela comida horrorosa (risos). Amo treinar e amo lutar no cage - afirmou Lahat, que tem oito vitórias e uma derrota no MMA, e fez no sábado sua segunda luta no UFC.

Hernani Perpétuo fratura osso do antebraço em luta contra Tim Means

Peso-meio-médio conta que sofreu lesão no meio do segundo round e que ela afetou sua atuação: "Estava mais preocupado em esconder o braço"

 Após começar a luta contra Tim Means bastante agressivo e jogando golpes com cada um dos braços, o lutador brasileiro Hernani Perpétuo passou o terceiro round inteiro com o braço esquerdo baixo e sem se mover, golpeando apenas com as pernas e com a mão direita, no combate válido pelo card preliminar do "UFC: Lawler x Brown", em San Jose (EUA), neste sábado. Depois de ter sua derrota por pontos anunciada pelo locutor Bruce Buffer, Perpétuo partiu direto para o hospital, onde foi confirmado: fraturou a ulna, um dos ossos do antebraço, e voltou para o hotel com o braço imobilizado numa tipoia. Ele terá de retornar ao médico em duas semanas para avaliar o seu progresso, mas não deve precisar de cirurgia.
- Quebrei o braço ali no segundo round, na metade, mais ou menos. Acho que foi bloqueando o chute, não lembro o momento exato. No final do segundo round, eu tinha sentido, o braço estava meio dormente e falei para o Dedé (Pederneiras, seu treinador). Ele mandou eu continuar, eu tentei, dei tudo no terceiro round, mas não foi o suficiente - lamentou Perpétuo em entrevista ao Combate.

O peso-meio-médio brasileiro lamentou a lesão, que o atrapalhou na luta. Ele disse acreditar que, caso não tivesse se machucado, poderia ter nocauteado o americano.
- Na minha primeira luta, cometi o erro de não ter tomado iniciativa. Acabei dando um round inteiro para o Jordan Mein, estudei demais e não fui ofensivo. Nesta luta, vim para não cometer o mesmo erro, vim buscando, e a fratura acabou me atrapalhando um pouco, não consegui soltar o jogo. Acho que poderia ter nocauteado. No primeiro round, ele sentiu minha mão. O golpe que eu senti no segundo round, meu braço já estava quebrado, eu estava mais preocupado em esconder meu braço do que proteger o meu rosto. Mas é mérito dele também. No terceiro round, lutei com um braço só, foi do jeito que deu - disse Perpétuo, que sofreu sua segunda derrota no UFC.

Apesar da vitória, Durinho confirma plano de retornar para o peso-leve

Brasileiro fez estreia no UFC entre os meio-médios e venceu Andreas Stahl por decisão unânime, mas pretende voltar para a divisão até 70kg na próxima

 Gilbert Durinho estreou no UFC neste sábado e conseguiu uma difícil vitória sobre Andreas Stahl pelo peso-meio-médio (até 77kg). Apesar do resultado positivo, ele já planeja fazer seu próximo combate pelo peso-leve (até 70kg) e garantiu que está trabalhando para não ter problemas com a balança, como já aconteceu em outras lutas antes de ser contratado pelo Ultimate.
 - Achei o Stahl pesado, no clinche queria fazer força para derrubar, algumas vezes até chegava, mas sabia que ia gastar muita força e podia faltar no final. Senti diferença na força. Na Blackzilians tem uma galera no 70kg e 77kg, dá para me testar e consigo treinar bem com os dois. Estou pensando em descer, estou com meu médico, Rodrigo Mauro, que está me ajudando muito na dieta. Tenho que me reeducar, porque eu deixava subir muito o peso e ficava dificil baixar. Estou trabalhando muito para ficar fácil bater 70 kg. Quero lutar, já vou voltar aos treinos depois de uma semana de descanso. É uma parte do sonho realizado estar no UFC. Já que estou aqui, vou aproveitar lutando o máximo que der. Meu plano é descer para 70kg - afirmou.

Durinho também enalteceu sua evolução na luta em pé. Especialista em jiu-jítsu, ele superou o sueco na trocação na maior parte do combate e fez elogios aos seus treinadores, além de seu companheiro de equipe Vitor Belfort.
- Estou muito feliz com o resultado, foi minha primeira luta com três rounds, contra um oponente muito duro. Queria pôr para baixo, mas senti que ele treinou muito clinche, estava muito pesado e, aos poucos, estou mais à vontade na trocação. No começo tomei uma cotovelada, tentei manter a calma e vi que ia gastar muita força no clinche, então botei na cabeça que era melhor trocar. Conectei vários golpes, ele sentiu, então mudei a estratégia, conectei muitos golpes. Estou treinando muito com o Pedro Diaz, Henri Hooft, Vitor Belfort, todos estão me ajudando muito, me blindando - concluiu.

Ultimate anuncia Belfort x Weidman para 6 de dezembro, em Las Vegas

Disputa de cinturão dos médios acontece no UFC 181, nos Estados Unidos

 A organização do Ultimate finalmente oficializou a disputa de cinturão entre o campeão do peso-médio Chris Weidman contra Vitor Belfort. O duelo acontecerá no dia 6 de dezembro, no UFC 181, em Las Vegas (EUA), no Mandalay Bay. O anúncio foi feito após o brasileiro conseguir a licença com a Comissão Atlética de Nevada (NSAC) para lutar no local.

Vitor Belfort chegou a ter um combate contra Weidman agendado, mas, após um teste surpresa da NSAC ter flagrado níveis de testosterona acima do permitido, a entidade proibiu a terapia de reposição hormonal (TRT) que o Fenômeno fazia. Com isso, Lyoto Machida acabou conquistando o direito de disputar o título da divisão até 84kg. O brasileiro vem de três nocautes consecutivos, sobre Michael Bisping, Luke Rockhold e Dan Henderson, sendo o último pelos meio-pesados.
Weidman, por sua vez, está invicto na carreira, com 12 vitórias em 12 lutas, sendo as últimas oito pelo Ultimate. Ele foi o responsável por acabar com o reinado de Anderson Silva ao batê-lo duas vezes, tornando-se o dono do cinturão dos médios. Em seu último combate, superou Lyoto Machida por decisão unânime.
Além de Chris Weidman x Vitor Belfort, o UFC 181 também terá a disputa do título dos pesos-leves, entre o campeão Anthony Pettis e Gilbert Melendez.

UFC 181
6 de dezembro de 2014, em Las Vegas (EUA)
CARD DO EVENTO
Peso-médio: Chris Weidman x Vitor Belfort
Peso-leve: Anthony Pettis x Gilbert Melendez

Ultimate garante UFC 179, disputa de cinturão e quatro eventos no Brasil

Anúncio não especifica local, data ou campeão que lutará no card numerado

 Diante de rumores de que o UFC 179 poderia ser transferido para Las Vegas, o Ultimate usou seu site oficial no Brasil para confirmar que o evento será realizado no país, e reafirmar que o Brasil sediará mais quatro cards até o final do ano. Além disso, a organização confirmou que o UFC 179 terá uma disputa de cinturão, que todavia não foi ainda definida.


O mais provável é que José Aldo defenda seu cinturão dos pesos-penas no evento contra Chad Mendes, numa revanche do confronto realizado no Rio de Janeiro em janeiro de 2012 e vencido pelo brasileiro por nocaute no primeiro round. Seu treinador, Dedé Pederneiras, revelou, em entrevista coletiva nesta quarta-feira, que Aldo já se sentia melhor e passaria por uma avaliação médica ainda nesta quarta, que decidiria se ele poderia voltar a treinar sem restrições, mas recusou-se a garantir que o manauara estará pronto para a luta no final de outubro.
O comunicado publicado pelo site oficial do Ultimate no Brasil também não especifica a data e o local do UFC 179, mas fontes com conhecimento das negociações dizem que será em 25 de outubro. O Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, e a Arena da Baixada, em Curitiba, são candidatos a sediar o torneio, com São Paulo como uma terceira opção.
- O que podemos antecipar, como um presente para os nossos fãs, é que o UFC 179 será aqui no Brasil - afirmou Grace Tourinho, diretora geral do UFC no Brasil, no site oficial da companhia.
Como anunciado no final do ano passado, o Brasil terminará 2014 com sete eventos do UFC. No primeiro semestre, foram realizados o "UFC: Machida x Mousasi" em Jaraguá do Sul-SC, em fevereiro, o "UFC: Shogun x Henderson 2" em Natal, em março, e o TUF Brasil 3 Final, em São Paulo, em maio. O próximo evento anunciado oficialmente é o "UFC: Pezão x Arlovski", no dia 13 de setembro, primeira visita do UFC a Brasília.
A disputa de cinturão programada para o UFC 179 será a sexta do Ultimate a ser realizada no Brasil. José Aldo esteve em duas das cinco anteriores: no UFC 142, quando derrotou Mendes, e no UFC 163, em agosto de 2013, quando venceu Chan Sung Jung. Em 1998, na primeira visita do UFC ao Brasil, dois cinturões estiveram em jogo: o do peso-meio-pesado (então chamado de peso-médio), entre Frank Shamrock e John Lober, e o do peso-meio-médio (então chamado de peso-leve), entre Pat Miletich e Mikey Burnett. Em agosto de 2011, no retorno do Ultimate ao Brasil após 13 anos, Anderson Silva defendeu o cinturão dos pesos-médios contra Yushin Okami.

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